Deixa-me sentir,
tudo aquilo que não sinto
tudo o que posso e não devo,
sentir senão em segredo, a poesia dos sentidos...
Sentir a chuva a bater,
trazendo-me à memória doces recordações,
doces sentidos, sabor a mel do teu corpo.
Deixa-me ver, cheirar, tocar,
usar os cinco sentidos,
expressar as mil sensações da vida.
Sente a chuva que cai levemente e que me inspira a um poema de Amor,
que a ti eu dedico.
Sente o meu âmago, o bater de meu corpo
a poesia depositada em mim
respira o delicado perfume a Jasmim,
embriaga-te comigo.
Abraça-me como se abraçasses o mundo!!!
Sente as minhas mãos vazias e leves,
leva-me o medo....
Perde-te no tempo,
esse tempo que é apenas um momento.
Vamos sentir e vibrar em energias unificadas.
E num gesto perfeito Sinto-me, Somos Um.
29/10/2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
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