Aconchego-me e enrosco-me,
fecho os olhos e de novo estou eu no teu Ventre,
sinto que me abraças e me envolves em caricias.
Consigo respirar harmoniosamente.
Sinto que me Amas Mãe!
O teu corpo é o meu corpo,
alimento-me da tua fome, da tua sede.
Possuís a agua de um rio
agua que beijo e que bebo,
pura, doce e cristalina.
Como é bom a placidez da minha casa,
deixa-me dormir, permanecer aqui.
Deixa-me percorrer este caminho longo, juntas!
Mas, acordo...E desejaria mil vezes que este sonho se tornasse realidade!
Carla Monteiro07.02.2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
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